Empresas criam ações para reduzir estresse dos funcionários

Dados da Previdência mostram que os transtornos comportamentais já são a terceira causa de afastamento do trabalho por adoecimento no Brasil e a segunda no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Nos últimos anos, explica Anderson Sant’Anna, professor da FGV Eaesp, houve um deslocamento das doenças associadas a um acidente físico de trabalho para o sofrimento mental e doenças psicossomáticas. Este cenário é consequência de uma multiplicidade de fatores. Um deles é o modelo de gestão adotado por grande parte das empresas, que pode intensificar o adoecimento mental dos funcionários.

Professora titular de estratégia e crescimento responsável do Coppead, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denise Fleck acrescenta que crescer de forma responsável requer caminhar de forma mais pausada – e não afobada – e reservar espaço para a folga, “uma palavra proibida no dicionário corporativo porque não se está tirando o máximo dos funcionários”. Segundo Denise, a folga é necessária, porque é o tempo de planejar. “Ir direto da decisão para a ação gera uma série de problemas, tropeços, que fazem com que as equipes precisem fazer longas jornadas e apagar incêndios.” Alterar esse cenário, segundo Denise, requer uma mudança estrutural na forma de gerir pessoas e organizações.

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