O bom, o mau e o feio dos NFTs

Quando surge uma inovação tecnológica, impulsionado pelo hype, vemos apenas o lado bom, otimista, que a tecnologia “x” vai o mudar o futuro e assim por diante. Não nos preocupamos muito com os aspectos mais críticos e eventualmente os efeitos colaterais que possam vir a provocar, ou seja, seus lados feios e maus. Chamar atenção para eles nem sempre é bem-vindo.

Vou exemplificar com uma tecnologia que está no auge do hype, os NFT, os “tokens não-fungíveis”. Vou sair do lado róseo e entrar nos aspectos mais, digamos, críticos, pois entendo que decisões de negócio não podem ser tomadas exclusivamente pela emoção.

Devemos ser racionais e nem sempre é salutar acompanhar, sem uma análise um pouco mais cuidadosa, o efeito manada. Vamos deixar em segundo plano a preocupação como o FOMO (fear of missing out) e não se sentir receoso, deslocado ou “outdated” por levantar críticas e apresentar certo ceticismo.

Aos poucos o mercado começa a dar sinais de maturidade e racionalidade. Aparecem aqui e ali artigos mais consistentes e menos eufóricos, analisando o cenário por um ponto de vista mais racional.

A natureza extremamente técnica de como NFTs, blockchains e criptomoedas funcionam faz com que muitas vezes simplifiquemos demais sua explicação, a ponto dela se tornar enganosa. A simplificação excessiva prejudica a compreensão da tecnologia de como realmente ela é.

[ Ler o artigo completo no NeoFeed ]

Veja também:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.