Metodologias ágeis

Digerindo (ou tentando) a sopa de letras: Lean, DT, Scrum, 6 Sigmas, etc.

Enquanto empresas tradicionais tentam se adaptar e serem competitivas, novas empresas estão desbravando mundos incertos e experimentando novas soluções a partir de seus DNAs tecnológicos: as startups.

Nesse contexto, acaba sendo inevitável reavaliar como gerir a organização e as equipes, ficando evidente a importância da mudança começar pela liderança. As equipes precisam resolver problemas rapidamente com autonomia e sem medo de experimentar coisas novas.

Isso justifica a adoção de metodologias, com a finalidade de conseguir mudar o status quo: queremos entregar mais rápido, melhor e com qualidade, trabalhando de forma diferente para surpreender nossos clientes. Eis que surgem dúvidas junto com a sopa de letrinhas: Qual usar? Qual é a melhor? O que significa essa sigla? Como entregar os resultados que queremos? Quem contratar para nos ajudar com isso?

Introdução ao FDD – Feature Driven Development

Entre as metodologias ágeis que existiam antes do manifesto ágil, o FDD “Feature Driven Developement” é uma delas. Concebido originalmente por Jeff de Luca, o FDD surgiu em Singapura, entre os anos de 1997 e 1999 com base no método Coad (Criado por Peter Coad – 1980/1990) e nos processos interativos e lean já utilizados por Jeff de Luca.

O FDD busca o desenvolvimento por funcionalidade, ou seja, por um requisito funcional do sistema. É pratico para o trabalho com projetos iniciais ou projetos com codificações existentes. Apesar de ter algumas diferenças entre o FDD e o XP, é possível utilizar as melhores práticas de cada metodologia. O FDD atua muito bem em conjunto com o Scrum, pois o Scrum atua no foco do gerenciamento do projeto e o FDD atua no processo de desenvolvimento.

O FDD possui cinco processos básicos…

Livro Scrum e XP direto das Trincheiras

Livro Scrum e XP direto das Trincheiras

Uma das coisas que mais dificultam para quem está começando no agile é o fato de não haver nenhum manual dizendo exatamente o que você deve fazer. Você tem que experimentar e continuamente adaptar o processo até que ele se encaixe na sua situação específica.

Este livro oferece a você um ponto de início, através de um conto detalhado sobre como uma empresa sueca implementou Scrum e XP com um time de aproximadamente 40 pessoas e como eles continuamente melhoraram seu processo ao longo de 1 ano.

Pensando em métricas para times ágeis

Escolher bem quais métricas usar em cada momento de um projeto é até mais importante do que fazer uma boa escolha de metodologia: é com base nas métricas que evoluímos e aperfeiçoamos nossa forma de trabalhar, escolhendo a inadequada corre-se o risco de parar no processo de melhoria contínua.

Métricas específicas podem ajudar em diversas situações, como algumas listadas a seguir.

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