Brazil Journal

O ponto cego dos líderes no Brasil: seus próprios funcionários

Há 20 anos a McKinsey realiza um estudo global sobre a saúde organizacional, o “Organization Health Index”. O objetivo é identificar as respostas escondidas nas organizações sobre os desafios na gestão de pessoas.

Uma das conclusões do estudo no Brasil é que há uma grande diferença entre a visão dos líderes e dos colaboradores quanto a vários fatores que compõem a saúde organizacional de uma empresa.

Os 7 conselhos de Scott Cook para Jorge Paulo Lemann

Quando Scott Cook fundou a Intuit, uma empresa de software para gestão e contabilidade de pequenos negócios, os computadores pessoais ainda eram uma novidade e os softwares ainda eram vendidos em disquetes em caixinhas. Hoje, a Intuit vale US$ 68 bilhões na Nasdaq.

Já na sua carreira de investidor, Cook apostou na Amazon e na eBay ainda no início — e foi mentor de Larry Page no Google.

Hoje cedo, na abertura da Brazil at Silicon Valley, a conferência organizada pelos alunos brasileiros de Stanford, Jorge Paulo Lemann entrevistou Cook.

O tema: como incentivar a inovação em grandes organizações.

A seguir, os sete insights de Cook compartilhou com Lemann.

O Brasil tem funcionários desmotivados. O que fazer?

A saúde organizacional deve ser vista como um dos ativos mais importantes. Cada CEO precisa analisar, do ponto de vista dos negócios, quais serão as transformações necessárias e como elas implicarão em crenças e comportamentos.

Reavaliar qual tipo de cultura é disseminada em sua empresa, qual mensagem é passada para frente, e como ela afeta o trabalho de toda a cadeia produtiva é um passo importante para o sucesso – hoje é fácil ter parâmetros objetivos, com fatos e dados, para essas questões mais subjetivas.

Sem funcionários motivados o resultado da empresa não será atingido de forma sustentável ao longo dos anos.

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